E de repente,
A gente sente,
Uma vontade demente,
De como quem mente, de abraçar,
Quem menos nos parece ente,
Parente, ainda crente.
Que o amor não é algo para se falar.
A gente sente,
Uma vontade demente,
De como quem mente, de abraçar,
Quem menos nos parece ente,
Parente, ainda crente.
Que o amor não é algo para se falar.
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