Um tal, esse ai, ser humano.
Um tal esse ai, que se diz ser humano.
- Ser humano, você entende?
- Entende o quê? Isso ai, ser humano?
- Não, já tentei por algum tempo, mas não
consegui, então desisti.
- E você? - Eu, quem? - Você!
Bem... eu também tentei mas descobri que é quase impossível. Raça estranha, esquisita, imperfeita! Confesso que tentei... tentei, mais não consegui, então desisti. Depois me vi assim. - Assim como? -Assim tão ruim, tão dura, tão distante, tão triste, eu por ai... Assim me vi só outra vez, até que cai. Tombo doído, tombo de dor, tombo de amargura, destino? Rancor? Palavra amarga me surtou, vazio, sufoco, silêncio, me saltou. Sangrou, verteu no espaço, permeou, alcançou o espaço próximo, transmissão do fato, contato, se contaminou. Esta tudo perdido agora, você já faz parte do ciclo da morte do aprendizagem do amor.
- Ser humano, você entende?
- Entende o quê? Isso ai, ser humano?
- Não, já tentei por algum tempo, mas não
consegui, então desisti.
- E você? - Eu, quem? - Você!
Bem... eu também tentei mas descobri que é quase impossível. Raça estranha, esquisita, imperfeita! Confesso que tentei... tentei, mais não consegui, então desisti. Depois me vi assim. - Assim como? -Assim tão ruim, tão dura, tão distante, tão triste, eu por ai... Assim me vi só outra vez, até que cai. Tombo doído, tombo de dor, tombo de amargura, destino? Rancor? Palavra amarga me surtou, vazio, sufoco, silêncio, me saltou. Sangrou, verteu no espaço, permeou, alcançou o espaço próximo, transmissão do fato, contato, se contaminou. Esta tudo perdido agora, você já faz parte do ciclo da morte do aprendizagem do amor.
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