Se não te vejo, choras
Se não te escrevo, me implora
Se te rejeito e cansada de ti desisto,
Fica só, imerso,
Aguardando obediente o meu retorno,
És amigo, e assim consolo para os tempos difíceis.
O alguém que conto,
Onde jaz meu todo,
Baluarte do meu sigilo,
Aquele que ocultas minha arguição,
Quem me reporta a reflexão.
O bálsamo para o que é indigesto,
O canto sereno na ausência do som,
És quase meu tudo, transfiguração,
Do que caracterizei chamar de amigo.

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