Adeus Ariano!
O bom da vida é viver,
Mas se uma hora chega à morte, o que poderemos fazer?
O negócio é arriscar e botar tudo para fora, não se deixando abater.
Escrever e falar das paixões, sentimentos e emoções. Cutucar feridas,
Curar sangrias, embalar poesias, esperar no tempo, andar por alamedas, ruas e avenidas.
Descer ladeiras, sentar no meio fio, na esquina. Olhar o carro, o pedestre, os seus passos, um passa tempo. Nessa imprevisibilidade da vida que é uma só, o pensar demais faz torto o nosso mover. Em lembrar que a qualquer hora chega a morte, que ela não venha vestida para não nos seduzir fácil e assim nos levar a vida, porque além de embriagados e pensos, tornaremos desgraçados e tristes demais, esse nosso prazo de tempo. Até quem sabe em um momento enfim, já desmotivado do objetivo primeiro nada mais teremos a fazer. Vai então! Bora, toma o leite de vaca, come queijo de cabra, manteiga de garrafa, bolo de rolo, carne de bode e bobó de camarão, tudo feito em Recife que é parte da tradição, voltar as raízes, e a solicitude da vida que assim já no final, é só se senta a beira da rede, recosta os pés na parede, passa a tarde inteira a falar, dedilhar o violão, e quem sabe não sai uma poesia que é para emocionar o coração.
O bom da vida é viver,
Mas se uma hora chega à morte, o que poderemos fazer?
O negócio é arriscar e botar tudo para fora, não se deixando abater.
Escrever e falar das paixões, sentimentos e emoções. Cutucar feridas,
Curar sangrias, embalar poesias, esperar no tempo, andar por alamedas, ruas e avenidas.
Descer ladeiras, sentar no meio fio, na esquina. Olhar o carro, o pedestre, os seus passos, um passa tempo. Nessa imprevisibilidade da vida que é uma só, o pensar demais faz torto o nosso mover. Em lembrar que a qualquer hora chega a morte, que ela não venha vestida para não nos seduzir fácil e assim nos levar a vida, porque além de embriagados e pensos, tornaremos desgraçados e tristes demais, esse nosso prazo de tempo. Até quem sabe em um momento enfim, já desmotivado do objetivo primeiro nada mais teremos a fazer. Vai então! Bora, toma o leite de vaca, come queijo de cabra, manteiga de garrafa, bolo de rolo, carne de bode e bobó de camarão, tudo feito em Recife que é parte da tradição, voltar as raízes, e a solicitude da vida que assim já no final, é só se senta a beira da rede, recosta os pés na parede, passa a tarde inteira a falar, dedilhar o violão, e quem sabe não sai uma poesia que é para emocionar o coração.
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