Ah, tempo, tempo, quem dirias.
Pedes-me que eu pare, e observe.
Pede-me, me pede.
Torna-me estática, paralisa, fere, e a vida se esvai, e a vida vai, e nem é madrugada, e já estou cansada.
Canso de ficar parada.
E Penso... e nada me salta, e nada me sai.
Blase. A vida pouco a pouco me parece novamente me envolver. Volto sem prazer, não a norte, rumo, azimute, discurso.
Não há um minuto, se não lapsos, memórias, lembranças distantes, letras vazias, códigos, simbologias.
Quase nada mais me satisfaz ou me alegra o dia.

Comentários

Postagens mais visitadas