Do estado pueril ao matuto de nossa juventude espiritual, das querelas dos dias mais difíceis, as virtuosidades dos sentidos dos dias de contentamento, dos instantes de alegria e felicidade aos de tristeza. Dos momentos de baixo astral a grandiosidade dos dias de animo, das prerrogativas a existência da vida, a plenitude das nossas falas e discursos nos momentos curtos de encontros, as longas histórias contadas ao decorrer de nossas viagens e dos desabafos em horas de telefonemas. Das distâncias que corrobora nossa amizade, as despreocupações para com ela. Das chegadas e partidas do cotidiano a encontros sempre tão espaçados. Continuamente colegas e depois desses anos, agora amigas, rindo dos encontros e das despedidas, e dos recomeços dos dias de trabalho a relacionamentos mal resolvidos.  Eu singelamente venho lhe agradecer, sobretudo pela mão estendida para  ajudar a levantar quando caida estava, dos ouvidos atentos quando precisei falar, e as palavras de sabedoria quando a necessida era ouvir. Gratidão, sempre. Boa Sorte, e novíssimos amores e encontros, ainda que sejam passageiros, ou eternos, já que passamos continuamente todos os dias a prosseguir nesta dura vida. Luz para os seus passos, brilho para olhos, a mão esquerda estendida de punhos cerrados sempre que necessário para não esquecer as origens, das raízes, e dos que não puderam ir junto com você ainda que quisessem. também um novo recomeço. Milhares de bjinhos e abraços! “eu não sei fazer isso direito”. Perdon, Hasta Luego, Vânia Pires​.

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