Musa do Cetáceos!
Agora relato consciente o que sentira no gesto e na fala.
A dama que a muito acalma a mim fera, desde longínqua infância, é calma.
Ao amor recebido no pueril estado que para muitos foi de desgraça,
A ela foi dado em excesso, o que aqui para muitos falta.
A Fera enlouquecida e aguerrida agora emergindo na vida,
Lutando lutas impensadas
Desde as querelas da infância violentando o que outrora passara,
Agora se tens feito profana em seus meigos gestos e falas.
Como coisa corriqueira as belas, a nós negras feras, consentidas.
Privilégios, Festas, Indulgências e afetos sem limites.
Balbuciando murmúrios, com braços fortes resistimos!
Entre as lutas inglórias, a saber, derrotas e conquistas!
Aos quatro cantos sopraram lamentos.
Nos quatro cantos da terra sopramos lamentos.
A Fera que a muito amará a bela, resistira,
No amor doado por ela, suportando os dias difíceis nesta vida!
Aos poucos se perde aos poucos se tira o que no passado, fora razão de sua vida!
Da inocência do sorriso a pureza do sentimento
É Jesus o homem de meus pensamentos.
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