Sem Nome
Autor (a): Adriana Nogueira
Não te deixes cegar,
Esses seus olhos de mar.
Nem que se fechem ao brilho,
Do mais rude sorriso,
Tenhas em ti um espirito relutante
Perante as lutas diarias,
Não se deixes abater.
Ainda que pela manhã,
Ou mesmo ao entardecer
Pois a de chegar
Ainda que sejas
No anoitecer da vida
O zelo dos que amam e não tardam
Pois entendem a chegada e a partida
Contempla os montes,
Que aos olhos parecem limites,
A neles escondido milagres
Aos que perseveram sozinhos
Clamam em vis sonoros sons
A fragilidade confessa
Por estarem abatidos
Ressoando certa fraquesa
Do inconstante e já fraco espirito
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