A gente bate
na porta,
A porta não
abre!
A gente abre
a porta,
A sala esta
vazia,
A gente
tenta,
Tenta todos
os dias,
Sempre porta
fechada,
Nunca tem
ninguém na sala,
E quando
tem,
Calam-se,
Ao revés,
Relutam,
sempre com alegria.
Eles,
aqueles amontoados,
Passam um
sufoco,
Não a
simetria,
Entre a prática,
E a palavra dita,
Entre a prática,
E a palavra dita,
Retrocedem,
Em
adjacência obedecem a contentes,
Às vezes,
Subvertem
aos poucos,
Amiúde, e
sempre pelos cantos,
Tem sempre
alguém na lida,
Aquela vida
sofrida,
Todo santo
dia,
Na busca
acreditando...
E mesmo
assim,
Desacredito!
É fato!
Sempre
correria,
Nunca da pra
dar bom dia,
Nunca tem
sorriso,
Nunca tão
contente,
Observam
atentamente,
Amedrontam-se,
Subjacentes,
Em um mundo,
De trabalho
escasso,
Desemprego é
ameaça,
Se organizar
uma falácia,
Digladiar-se
Uma
constante,
Aonde os
espectadores,
Consentem
todos Consonantes!
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