Eu não posso obrigar que todos sintam e creiam
Eu não posso obrigar que todos pensem, desejem, amem e odeie,
O que pensei, e cheguei a almejar, Eu não posso obrigar.
Porque desobrigado esta qualquer que seja o individuo,
E isso é premissa humana que a vida nos fez outorgar,
Esse legado diário de nos desautorizar de obrigações de qualquer especie que seja.
Voluntários somos em essência, e assim desobrigados de qualquer ação, a não ser que queiramos, ainda que seja por paixão, e alguma intencionalidade que sempre carrega consigo uma porção de oportunismos, intencionalidades e possíveis oportunidades.
Eu não posso obrigar que todos pensem, desejem, amem e odeie,
O que pensei, e cheguei a almejar, Eu não posso obrigar.
Porque desobrigado esta qualquer que seja o individuo,
E isso é premissa humana que a vida nos fez outorgar,
Esse legado diário de nos desautorizar de obrigações de qualquer especie que seja.
Voluntários somos em essência, e assim desobrigados de qualquer ação, a não ser que queiramos, ainda que seja por paixão, e alguma intencionalidade que sempre carrega consigo uma porção de oportunismos, intencionalidades e possíveis oportunidades.
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