Fiz poesia de lágrimas contidas.
Busquei ver o último brilho puro daquele olhar.
Me lembrei de Florbela Espanca, e de seu sofrimento traduzido em palavras.
Fiz daquele espinho, palito que cutucou unhas.
As pétalas esfarelaram entre os dedos, indicador e polegar, para ver se havia perfume em suas fibras.
Tornei a ausência, íntima companhia.
Marquei o períspirito com uma tatuagem tua.
Oh dor última.
Do silêncio, o côncavo e convexo, onde fora possível ecoar meus versos e pensamentos.
O lirismo tomou meu canto para apascentar o espirito.
E
Longos foram as tardes, as noites e àquelas manhãs, ate pensei que fosse o fim, mais ainda havia uma vírgula.
Busquei ver o último brilho puro daquele olhar.
Me lembrei de Florbela Espanca, e de seu sofrimento traduzido em palavras.
Fiz daquele espinho, palito que cutucou unhas.
As pétalas esfarelaram entre os dedos, indicador e polegar, para ver se havia perfume em suas fibras.
Tornei a ausência, íntima companhia.
Marquei o períspirito com uma tatuagem tua.
Oh dor última.
Do silêncio, o côncavo e convexo, onde fora possível ecoar meus versos e pensamentos.
O lirismo tomou meu canto para apascentar o espirito.
E
Longos foram as tardes, as noites e àquelas manhãs, ate pensei que fosse o fim, mais ainda havia uma vírgula.
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