Sobraram galhos, nessa aurora
Posso avista-los, estão a norte, no horizonte,
Porém, ainda que secos, neles permanecem vida,
E por detrás, refletindo esta a luz que como laminas erradia.
Transcedem, abstraem parecendo brônquios,
Pulmões suspensos por arterias que se elevam do chão,
Mãos mirradas, encurvadas, formando uma protenção.
Mas são galhos, e com eles a de ter que ter paciência,
esperar um pouco de tempo, como fosse ausência...
Podendo o falar nesse instante parecer lamento,
Porque não se revigoram da noite para o dia.
São sazonais, e por isso necessita-se esperar as estações, um vaco, uma agônia...
E então logo outra vez florescerá folhas e flores, ainda que temporais.
Cromoterapia aos olhos e pensamentos, ao amor e ao espirito,
E outra vez contemplada, será objeto de beleza, lembranças e reflexões,
Terá ido embora a escassez, e já outra vez, por um espaço de tempo, haverá abundância de vida.
Até que chegue uma a próxima estação, que quase sempre parece ser turva.
Sobraram galhos, nessa aurora
Posso avista-los, estão a norte, no horizonte,
Porém, ainda que secos, neles permanecem vida,
E por detrás, refletindo esta a luz que como laminas erradia.
Transcedem, abstraem parecendo brônquios,
Pulmões suspensos por arterias que se elevam do chão,
Mãos mirradas, encurvadas, formando uma protenção...
Mas são galhos, fracos e frageis, aparentes é claro, exceto o caule.
E com eles a de ter que ter paciência,
esperar um pouco de tempo, como fosse ausência...
Podendo o falar nesse instante parecer lamento,
Porque não revigoram-se da noite para o dia.
São sazonais, e por isso necessita-se esperar as estações, um vaco, uma agônia...
E então logo outra vez, depois florescerá novamente, folhas e flores, ainda que temporais.
Cromoterapia aos olhos e pensamentos, ao amor e ao espirito,
E novamente contemplada, será objeto de beleza, lembranças e reflexões,
Terá ido embora a escassez, e por um espaço de tempo, ainda que seja por apenas mais uma estação, haverá abundância de vida.
Posso avista-los, estão a norte, no horizonte,
Porém, ainda que secos, neles permanecem vida,
E por detrás, refletindo esta a luz que como laminas erradia.
Transcedem, abstraem parecendo brônquios,
Pulmões suspensos por arterias que se elevam do chão,
Mãos mirradas, encurvadas, formando uma protenção.
Mas são galhos, e com eles a de ter que ter paciência,
esperar um pouco de tempo, como fosse ausência...
Podendo o falar nesse instante parecer lamento,
Porque não se revigoram da noite para o dia.
São sazonais, e por isso necessita-se esperar as estações, um vaco, uma agônia...
E então logo outra vez florescerá folhas e flores, ainda que temporais.
Cromoterapia aos olhos e pensamentos, ao amor e ao espirito,
E outra vez contemplada, será objeto de beleza, lembranças e reflexões,
Terá ido embora a escassez, e já outra vez, por um espaço de tempo, haverá abundância de vida.
Até que chegue uma a próxima estação, que quase sempre parece ser turva.
Sobraram galhos, nessa aurora
Posso avista-los, estão a norte, no horizonte,
Porém, ainda que secos, neles permanecem vida,
E por detrás, refletindo esta a luz que como laminas erradia.
Transcedem, abstraem parecendo brônquios,
Pulmões suspensos por arterias que se elevam do chão,
Mãos mirradas, encurvadas, formando uma protenção...
Mas são galhos, fracos e frageis, aparentes é claro, exceto o caule.
E com eles a de ter que ter paciência,
esperar um pouco de tempo, como fosse ausência...
Podendo o falar nesse instante parecer lamento,
Porque não revigoram-se da noite para o dia.
São sazonais, e por isso necessita-se esperar as estações, um vaco, uma agônia...
E então logo outra vez, depois florescerá novamente, folhas e flores, ainda que temporais.
Cromoterapia aos olhos e pensamentos, ao amor e ao espirito,
E novamente contemplada, será objeto de beleza, lembranças e reflexões,
Terá ido embora a escassez, e por um espaço de tempo, ainda que seja por apenas mais uma estação, haverá abundância de vida.
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