Apressa-te em esquecer-me!
Respondi diligentemente em respeito, com ausência.
Riscara meu corpo como a quem faz tatuagens, com ações e palavras.
De maneira que nunca entendera, já que outrora me tomava centimento por centimetro
com carícias e demonstrações de afeto e amor.
Cravas-te em minhas costas uma cruz, a do meu redentor, que me acompanha em todas as manhãs cinzentas, e turvas ainda que passageiras, desmonstrando abandono a ele.
Crucificou-me, por tentar responde-lo com fidelidade ainda que sejas apenas em confições de palavras.
Se esquecendo que o amor é um sentimento que não segrega e nem separa, não distância, antes junta e
nos arrebata. Jesus o Antonio Conselheiro da humanidade a quem eu tenho confiado a vida e todo o meu respeito.


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