Quantos anos tem seus olhos?
Olhei um homem de cócoras na calçada, depois vi um outro homem que nos olhava e passava.
Aqueles olhos carregados levavam graça de alguma crença boa, que os olhos não nos disse e nem retrata. Os outros olhos que observara, me olharam e passaram,
Existiu um olhar suspenso que emudeceu...
Existe em cada olho uma cor, uma dor e uma esperança!
Se cada olho que me olha relata uma data, esses olhos carregam tempos e falas:
Que ora são onomatopeias, redundâncias e palavras, figuras de linguagens!
Olhos expressivos e agudos, perpendiculares e difusos,
Olhos que cargueiros, levam dor, e nos ameaçam.
Olhos vampiros que sugam e rechaça.
Olhos de perto, olhos que estão longe, que reportam à lembranças,
Tristes e alegres, também esperança, olhos que brilham,
Traumáticos, que somatizam e que falam!
São olhos que vêem, que em momentos estão poluídos, olhos que usurpam e atacam,
Ao revés olhos de prece! Que relutam com delírios, frente a olhos agressivos, nostálgicos, que relatam.
Olhos ávidos e breves, olhos de vidro que nos segue e verte, gotas comedidas, em meio a suspiros breves!
Converto perpendicularmente os meus olhos a estes e sigo e passo, como os olhos que passam, sem culpa ou peso, sei que apenas são olhos, que dizem e que falam!
Que olhos são os seus?
Aqueles olhos carregados levavam graça de alguma crença boa, que os olhos não nos disse e nem retrata. Os outros olhos que observara, me olharam e passaram,
Existiu um olhar suspenso que emudeceu...
Existe em cada olho uma cor, uma dor e uma esperança!
Se cada olho que me olha relata uma data, esses olhos carregam tempos e falas:
Que ora são onomatopeias, redundâncias e palavras, figuras de linguagens!
Olhos expressivos e agudos, perpendiculares e difusos,
Olhos que cargueiros, levam dor, e nos ameaçam.
Olhos vampiros que sugam e rechaça.
Olhos de perto, olhos que estão longe, que reportam à lembranças,
Tristes e alegres, também esperança, olhos que brilham,
Traumáticos, que somatizam e que falam!
São olhos que vêem, que em momentos estão poluídos, olhos que usurpam e atacam,
Ao revés olhos de prece! Que relutam com delírios, frente a olhos agressivos, nostálgicos, que relatam.
Olhos ávidos e breves, olhos de vidro que nos segue e verte, gotas comedidas, em meio a suspiros breves!
Converto perpendicularmente os meus olhos a estes e sigo e passo, como os olhos que passam, sem culpa ou peso, sei que apenas são olhos, que dizem e que falam!
Que olhos são os seus?
Comentários
Postar um comentário