A inocência na vida adulta parece ser um mal necessário que  nos adoece lentamente, como uma ferida purulenta que avoluma-se, sem medida ao revés, nos deixa em um estado puro, um bem que por mais que lhe possa ser bom por um determinado período de tempo  por outro lado, tece a sua história em seu viver de maneira perpendicular a impureza e tendencia ao mal se não for comedida a um abismo sem tamanho. A vida adulta reluta contra a própria vida e requer uma outra conduta. Há tempos e tempos... e essa vida faz da gente...
Homens que vagam, divagam e pairam,
Andam, relutam, e falham, recomeçam,
Perambulantes estagnam e voltam a refletir,
A vida fez dos homens ambulantes sem fim...


Afetividade!
O lugar da educação é um espaço deseducado, já que não obedece a ninguém,

Território!
As cadeiras supostamente foram reorganizadas a maneira de quem as ocupa,

Espaço!
Os armários são espaços vazios e ocupados apenas pelo ar e o eco dos sons que por perto são emitidos,

Paisagem!
Banheiros sem materiais básicos de higiene, poluição visual é o que há!

Solene!
O bebedouro sem água, ou quebrado, mas sempre sobra um para não dizer que todos não estão funcionando.

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