Cubo Mágico

A esses que me parecem humanos um brinde! E se eles se comunicam e se deixam aproximar e se permitem o toque e o gesto ainda que sejas em um único pisco de olhar.
Brandos, até se associam a indigentes, assim como Mosé, que parece do povo, que olha e percebe enxerga e sente.
Que não a nas riquezas felicidade que no meio de nós não sobeje, o qual a vida não nos deixa de forma alguma tocar, talvez por mistério divino, por força maior, poder que aos homens pobres não pode se revelar.
Um Belchior das palavras o Saramago dos pensamentos.
Quanto não nos da em troca de afeto, sementes que postumamente usarei a semear algum jardim farto de ser e infrutífero de acreditar.
Se angustias em demonstra expressão, embotando de gotas os olhos transmissores aligeirados de veemente paixão. Para alguns indigestos e a outra paz, que nos acomete tardiamente de certa incerteza que quiça um dia se transmute a nos regenerar.
Angustia-se com que lhe pareça injusto, ainda que seja no simples ato fazer.
Seus olhos são gostas d'água, candeias de vossa alma, mares a nos enternecer.
Parece-me ser quente e periclitante esse o tempo que subjaz e embora já a vós não preocupe, que um dia deveras encontrar, ainda que tardo em tempo pela vida doada por aquele o qual não ousou crer e nem mesmo tocar.
O oceano que ecoa seu nome, posso ouvi-lo de onde estou a me dizer:
- E agora o que enfim deverás fazer?
Maria é fria e tu quente!
Maria rima e tu ausente!
Maria abelha rainha, e fria e tu cálida mulher clemente!
Minhas rimas não são como as tuas, mas divago e cirando em sonoridades de palavras que colho da imensidão que és o jardim de tua mocidade.
Casa de passageiros, aonde andam aligeirados, quase sempre quando apareces enternecidamente em atos de amor e solidariedade.
Eu amo Maria, mas lhe falta amor, afeto e saudade 💝

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