Quisera tirar de seu rosto este lastro de magoa e da curvatura dos olhos os significantes trazidos pela tessitura do tempo, pois seu espirito já não abriga idade.
Soprarei esta baga de ressentimento que resta de outrora, vez esta que deram em troca de diligencia e desvelo, desamor e ingratidão.
No atravessamento do dia logo mais ao sobrevir da tarde, romper com o eu, este templo resquícios de memórias e reminiscências de erros e lutas não vencidas que introverte de sentimentos expansivos quando os rememoro no passar dos dias, trabalho esse voluntário do inconsciente o qual consternado por sua força temporã não consigo o conter.
Empunhar-te-ei de uma flâmula alteza de quem leva com sigo vitórias, nesta casa terra e guerra, fria e mórbida onde conosco travam severas batalhas todos os dias.
Por ser intrépida, impávida e valorosa de coração voluntário como a de quem se apaixona e se entrega, não encontrando estorvos limites para a busca do encontro com a felicidade.
Anuncio-te que merecidamente receberas presentes e virão do norte e médio oriente, pois já não sabem do seu lado oriental.
Sentinelas para a cerimonia real serão trazidas da cidade proibida pela qual com sacrifícios ofertarei adornos, rosas, mirras e adereços a compor o lastro que sustenta a extensão do corpo.
Entretecerei vestes reais de Mulberry, Cashmere feito com os mais finos tecidos, trazidos da cidade proibida e Imperial, ainda que desejes o prêt-à-porter, dos dias usuais.
Como um súdito reverenciar-te-ei com fidelidade e dedicação com sons de clarins, alaúdes, flautas e violão, arpejada-dos em noites turvas para amainar o espirito até que te encerre o pranto excessivo.
Com danças ancestrais celebraremos o lusco-fusco da vida, sonhos que não envelhecem, recordando atos gestos de solidariedade, doados pelo labor da aurora de seus dias, viagens de ventanias, por ser forte como o vento e impávido como Muhammad Ali
Por fim, cantaremos o canto anunciando a criação do mundo pelos povos nômades, reunidos ante as estrelas de o mar o vento solar e os girassóis das cores do seu vestido: Ouviremos um canto evocando tupã, vindo do alto rio Xingu, ascendendo ao povo araweté!
O vento que soprava, trazendo a voz anunciando um reinado e a vida póstuma que deveras irá nascer.

Homens e semideuses não a morte que sobre vós prevalecerá, deixando claro e notado que já não há mais fome e nem sede o qual não poderemos suprir ou saciar, durante o reinado de nossa mulher alteza, a rainha de Sabá!
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Quisera tirar de seu rosto este lastro de magoas e da curvatura de seus olhos as expressões trazidas pelo tempo, pois teu espirito não tem idade. 
Soprar o pingo de ressentimento que resta no semblante da vez que te deram em troca de dedicação e disciplina, desafeto e traição.
No atravessamento do dia, logo mais a tarde sair de dentro de mim, este templo resquícios de memórias de erros e lutas não vencidas que me introverte de sentimentos expansivos, quando os rememoro pelo trabalho voluntário do inconsciente o qual não tenho poder para conte-lo, formoseando a face temporariamente.
Empunhar-tei de uma flâmula alteza de quem leva consigo vitórias, nesta casa terra e guerra, fria e mórbida onde travam conosco severas batalhas, todos os dias.
Por ser valente e valorosa, com o coração voluntario como de quem se apaixona e que indevido não vê limites para sua busca ao encontro da felicidade. Anúncio que merecidamente receberás presentes. Sentinelas para a cerimonia real pela qual com sacrifícios lhe ofertarei adornos, rosas, mirras e adereços a compor a extensão do corpo e cabelo.
Costurarei vestes reais, feitas com os mais finos tecidos trazidos da cidade Imperial.
Como um súdito reverenciarei com fidelidade, dedicação e sons de clarinetes, flautas doces e violão nas noites turbulentas para acalmar seu espirito até que encerre o pranto...

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