Como pode um homem em sua aparência fisiológica que é tão rústica, carregar em seu bolso dianteiro uma rosa tão cálida e bela?
Mesmo diante tanto talento, austeridade, sabedoria e beleza, tráz em si desafeto e com frequência. E só por isso,
Embotou-me os olhos e embota-me com água, area e cimento.
Ora ou otra em dia de ensinamento.
Embora imaginar um pouco ele com licença permita, e no máximo a nós rales um sopro.
A quem pense que o desastre da ciência seja culpa nossa, e eu a justifico. É o tempo que nos falta e atuante nos ameaça; Tudo culpa dele eu pensei...
Mas a vida fez do moço, jovem mestre, um cravo com espinhos. A começar da infância, e da criação que se deu em provincia, nessa cidade de esperanças, e de quem acredita. Afastado das beldades intelectuais da cidade ele sempre acreditou em superação, mas sempre com um rastro, de dor e magoa de quem superou. Fez parte da bolha que sem perceber o embebedou, dos males que ele mesmo critica e não percebe que já a criticou.
Agora,
Quero só ver se ele volta em uma outra hora, uma dessas, que se retorna as origens, quando sente saudades, momento de nostalgia, para a perifa, engajar essa gente sofrida a lutar por superação....

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