Tudo agora já é mar
Aos que estão adormecidos
aonde tudo já é mar...
Anoitecem os adoecidos,
Morimbundos de amar,
De dores intensas, ainda que findas.
Que iniciam com o que mais nos acalenta,
A espera,
Que vai do tempo de ausência a presença,
Dos surpresos com a descoberta
Anoitecem os adoecidos,
Morimbundos de amar,
De dores intensas, ainda que findas.
Que iniciam com o que mais nos acalenta,
A espera,
Que vai do tempo de ausência a presença,
Dos surpresos com a descoberta
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