Esse quartel religioso tem algo de profano como a qualquer um que, se prostitui e se violenta no caminho do acumular que parte do marco zero a cidafe fantasma que se tranforma os nossos corpos nas vestimentas das etiquetas, ambulantes, desnudados de certezas... Natureza morta que nos espanta com sua aparente beleza.
Um tempo que não se mais reverbera.
Um tempo que não se mais reverbera.
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