Na polissemia dos ventos,
Ultrajando-se o ar
Semeiam apodiformes polém,
Insurge vida, o inicio do gestar,
Um tempo necessário,
Que requer o grão, é a gestação, período a se criar,
Fecundam os beija flores, a esperança do broto
Tomam jardins e jardineiras
Florestas inteiras, alegrando as plantas que se deixam germinar.
Entre fauna e a flora, na dispensação
Do toque que se transmutou, e se metamorfeia,
São rosas que postumamente virão a desabrochar.
A tempo para todas as coisas, inclusive o de nascer,
A tempo de guerra e de paz, de rir e de chorar,
O da natureza que nos revela tantas descobertas aos que
Por um pouco de tempo silenciaram e conseguiram observar.
A pausa, um instante, distanciamento, uma reflexão um pouco de tempo e de espera, necessário a esse espaço chamado vida, em uma era aonde a velocidade dos acontecimentos muito mais só nos aliena.
Observem o céu, as ruas, os amontoados de gente, sociedades inteiras a margem nas cabeceiras, Cincuncisão-se nas cidades, formam um cinturrões uma teia se amontoam em um sistema e perdem o privilégio de ver ouvir e pensar nessa lógica do tempo aonde se olha e não se percebe o que esta acontecendo.

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