Um homem.
Aquela cariatura marcada,
O cigarro no canto da boca,
Uma calça batida, um tênis qualquer
A garrafa de algum combústivel a base de álcool,
que o embriagará e o fará suportar a noite que vem a caminho,
Nos pensamentos um corpo nú, qualquer corpo que represente apenas o prazer, nada além disso.
Sem sentimentos a vista, procura apenas diversão, apenas um outro corpo para a reprodução do desejo e o conceber do líbido. Adrenalina, vertigem, momentos de euforia, ainda que seja uma dança, um flerte, uma alucinação, um olhar de viés, afinal é só por hoje!
Os cabelos rebeldes ou qualquer outra coisa estranha a regra formal, e a volúpia tomando os seus sentidos, em uma cartasse de desejos, fazendo do indivíduo um meditabundo nos logradouros tomados
pela vida noturna, aonde tudo finda lá para as dez horas do outro dia.
Aquela velha caricatura, que suporta na pele uma tatuagem opaca,
Qualquer de um tempo de outrora, tempo esse que foi bom,
e o fizera feliz, aonde o vigor e a robustes dos sentindos lhe dava notoriedade,
E que ele carrega na memória, como norte, fazendo o retornar aos mesmos lugares afim de encontrar um tanto de prazer, semelhante ao vivido em algum momento de sua história.
Homem urbano, que medita, que reflete, que corre, se esbarra, que fere, homem caricatura das metrópoles, homem que subverte, sempre as sextas, finais de dias de luta e labuta, para no buteco,
comprimenta sem compromisso os que reconhecem de outros dias, nos balcões um copo americano,
um ritual, pede uma cerveja, é novamente sexta feira.
Um homem, uma cariatura marcada,
Que carrega o cigarro no canto da boca,
em uma calça batida, e um tênis qualquer, sobre os ombros uma jaqueta corvim,
Na mão uma garrafa de algum combústivel a base de álcool,
que o embriagará e o fará suportar a noite que vem a caminho,
Nos pensamentos um corpo nú, qualquer corpo que represente apenas o prazer, nada além disso.
Sem sentimentos a vista, procura apenas diversão, apenas um outro corpo para a reprodução do desejo e o conceber do líbido. Adrenalina, vertigem, momentos de euforia, ainda que seja uma dança, um flerte, uma alucinação, um olhar de viés, afinal é só por hoje!
Os cabelos rebeldes ou qualquer outra coisa estranha a regra formal, e a volúpia tomando os seus sentidos, em uma cartasse de desejos, fazendo do indivíduo um meditabundo nos logradouros tomados
pela vida noturna, aonde tudo finda lá para as dez horas do outro dia.
Aquela velha caricatura, que suporta na pele uma tatuagem opaca,
Qualquer de um tempo de outrora, tempo esse que foi bom,
e o fizera feliz, aonde o vigor e a robustes dos sentindos lhe dava notoriedade,
E que ele carrega na memória, como norte, fazendo o retornar aos mesmos lugares afim de encontrar um tanto de prazer, semelhante ao vivido em algum momento de sua história.
Homem urbano, que medita, que reflete, que corre, se esbarra, que fere, homem caricatura das metrópoles, homem que subverte, sempre as sextas, finais de dias de luta e labuta, para no buteco,
comprimenta sem compromisso os que reconhecem de outros dias, nos balcões um copo americano,
um ritual, pede uma cerveja, é novamente sexta feira.
Aquela cariatura marcada,
O cigarro no canto da boca,
Uma calça batida, um tênis qualquer
A garrafa de algum combústivel a base de álcool,
que o embriagará e o fará suportar a noite que vem a caminho,
Nos pensamentos um corpo nú, qualquer corpo que represente apenas o prazer, nada além disso.
Sem sentimentos a vista, procura apenas diversão, apenas um outro corpo para a reprodução do desejo e o conceber do líbido. Adrenalina, vertigem, momentos de euforia, ainda que seja uma dança, um flerte, uma alucinação, um olhar de viés, afinal é só por hoje!
Os cabelos rebeldes ou qualquer outra coisa estranha a regra formal, e a volúpia tomando os seus sentidos, em uma cartasse de desejos, fazendo do indivíduo um meditabundo nos logradouros tomados
pela vida noturna, aonde tudo finda lá para as dez horas do outro dia.
Aquela velha caricatura, que suporta na pele uma tatuagem opaca,
Qualquer de um tempo de outrora, tempo esse que foi bom,
e o fizera feliz, aonde o vigor e a robustes dos sentindos lhe dava notoriedade,
E que ele carrega na memória, como norte, fazendo o retornar aos mesmos lugares afim de encontrar um tanto de prazer, semelhante ao vivido em algum momento de sua história.
Homem urbano, que medita, que reflete, que corre, se esbarra, que fere, homem caricatura das metrópoles, homem que subverte, sempre as sextas, finais de dias de luta e labuta, para no buteco,
comprimenta sem compromisso os que reconhecem de outros dias, nos balcões um copo americano,
um ritual, pede uma cerveja, é novamente sexta feira.
Um homem, uma cariatura marcada,
Que carrega o cigarro no canto da boca,
em uma calça batida, e um tênis qualquer, sobre os ombros uma jaqueta corvim,
Na mão uma garrafa de algum combústivel a base de álcool,
que o embriagará e o fará suportar a noite que vem a caminho,
Nos pensamentos um corpo nú, qualquer corpo que represente apenas o prazer, nada além disso.
Sem sentimentos a vista, procura apenas diversão, apenas um outro corpo para a reprodução do desejo e o conceber do líbido. Adrenalina, vertigem, momentos de euforia, ainda que seja uma dança, um flerte, uma alucinação, um olhar de viés, afinal é só por hoje!
Os cabelos rebeldes ou qualquer outra coisa estranha a regra formal, e a volúpia tomando os seus sentidos, em uma cartasse de desejos, fazendo do indivíduo um meditabundo nos logradouros tomados
pela vida noturna, aonde tudo finda lá para as dez horas do outro dia.
Aquela velha caricatura, que suporta na pele uma tatuagem opaca,
Qualquer de um tempo de outrora, tempo esse que foi bom,
e o fizera feliz, aonde o vigor e a robustes dos sentindos lhe dava notoriedade,
E que ele carrega na memória, como norte, fazendo o retornar aos mesmos lugares afim de encontrar um tanto de prazer, semelhante ao vivido em algum momento de sua história.
Homem urbano, que medita, que reflete, que corre, se esbarra, que fere, homem caricatura das metrópoles, homem que subverte, sempre as sextas, finais de dias de luta e labuta, para no buteco,
comprimenta sem compromisso os que reconhecem de outros dias, nos balcões um copo americano,
um ritual, pede uma cerveja, é novamente sexta feira.
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