O governador do estado de São Paulo, vendo que emergia da classe trabalhadora um grupo de pseudointelectuais, que tinham como ideal a transformação social, e que estes almejavam se tornarem professores e carregavam no bojo de seus corpos a vontade da revolução através da educação e de um movimento de contracultura, e que o lócus seria a escola. Eis que surgiria o plano malévolo. Atacar violentamente, como quem ataca a pragas, afim de exterminá-los, todos, sejá por ódio a classe, seja pelo sonho da revolução, ou ainda por cofessa difamação que nós professores fazemos, dele nossa autoridade. Assim, os classificou em letras, como as castas indianas, que classifica pelo empoderamento que o dinheiro os ortorga, gerando ódio e divisões entre nós. Sucateou as escolas, tirou os recursos materiais, o currilo minimo, o sonho da transformação e de aprender através da cultura de  paz. Tornou tudo barulho, caos, desordem e bagunça, contrário aquilo proposto por August Comte através da palavra de ordem e progresso descrito em nossa bandeira nacional. O estado mais rico do país, é também o que abriga as maiores disparidades e desigualdades sociais. Então, começou a fechar as escolas, e as rearticulou conforme a sua soberana vontade, até que passamos por um olhar de estranhamento e estamos chocados até os dentes, pois nos tornamos os culpados de tudo, e mal quistos e vistos pela sociedade trabalhadora que foi ludibriada pelas suas mentiras, aonde a propaganda é a maior veiculadora das infâmias, a começar pelo nosso salário. Ganhamos mal, não recebemos vale alimentação, e nem vale transporte "as vezes ele pinga no holerite". Aquilo que foi conquistas históricas da classe trabalhadora e pelos movimentos sociais, e que nos é assegurado por lei, dentro do que é considerado contrado de trabalho formal, não nos tem sido dado e nem cumprido pelo excelentissimo governador Geraldo Alckimin!

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