A dentro de nós um grito que ecoa, dentro de nós! um grito que finge e que entala a garganta. Eu tenho um grito preso!
Um grito de repúdio, uma nostalgia que me atormenta os dias.
Eu tenho ainda uma cruz e uma luta aprisionado por um chamado, em mim, bem dentro de mim, um grito, quase gemido dos anos que se passaram e que ainda carrego e se transforma em amargura.
Eu tenho uma lembrança nua, despida, uma reminiscência de infância, uma violência em estágio de demência, tenho dentro de mim um retrocesso, e uma caminhada, uma aliança guardada, uma vida que me resta, pq se foram as outras... eu tenho um grito preso de indecências vistas, imoralidades observadas e lapsos de inocência que me poem em desgraça...
Me provoca a mente com suas ideias, me provocou a busca na obscuridade das madrugadas em claro a procura de algo qur aplacasse o vazio de estar nua. E o crime também não foi culpa minha. A sociedade que é demasiadamente machista...
Um grito de repúdio, uma nostalgia que me atormenta os dias.
Eu tenho ainda uma cruz e uma luta aprisionado por um chamado, em mim, bem dentro de mim, um grito, quase gemido dos anos que se passaram e que ainda carrego e se transforma em amargura.
Eu tenho uma lembrança nua, despida, uma reminiscência de infância, uma violência em estágio de demência, tenho dentro de mim um retrocesso, e uma caminhada, uma aliança guardada, uma vida que me resta, pq se foram as outras... eu tenho um grito preso de indecências vistas, imoralidades observadas e lapsos de inocência que me poem em desgraça...
Me provoca a mente com suas ideias, me provocou a busca na obscuridade das madrugadas em claro a procura de algo qur aplacasse o vazio de estar nua. E o crime também não foi culpa minha. A sociedade que é demasiadamente machista...
A dentro de nós um grito que ecoa, dentro de nós um grito que finge e que entala a garganta.
Eu tenho um grito preso, como a qualquer outro preso.
Um grito de repúdio, uma nostalgia que me atormenta.
Eu tenho ainda uma cruz e uma luta aprisionada por um chamado, e pela força da palavra.
Em mim, um grito, quase gemido dos anos que se passaram e que ainda carrego e se transforma em amargura.
Eu tenho uma lembrança nua, despida, uma reminiscência de infância, uma violência em estágio de demência, tenho dentro de mim um retrocesso, e uma caminhada, uma aliança guardada, uma vida que me resta, pq se foram as outras... eu tenho um grito preso de indecências vistas, imoralidades observadas e lapsos de inocência que me poem em desgraça...
Me provoca a mente com suas ideias, me povoou na busca insessante na obscuridade das madrugadas em claro a procura de algo que aplacasse o vazio de estar nua. E o crime também não foi minha culpa.
A sociedade que é demasiadamente machista e que nos põe tristes e em culpa.
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