Colibri que estas por aqui!
Descestes das montanhas, foi?
De onde contemplava todas as coisas.
Tu pairas tão levemente.
Suave ainda que batas as asas com violência.
O que serás que quer?
Olhas apenas!
Do auto observas.
Porque não se aproxima?
Aqui sabemos sorrir.
E isso vem de dentro, não é pra ferir.
Aproxima-se colibri, ainda que as cores opacas, estejam.
Tentas pois jaz aqui um amontoado de vida,
Que estas submerso, e só sabes os que descem as profundezas.
Venhas colibri, que tuas cores são reluzes, cintilas, e dilatas as pupilas.
Nos fortalece, trazendo alegria, sempre de manhã, a beira da janela
No jardim, ou mesmo na casa vizinha.
Fasearas-nos sorrir a vida.
Venhas porque temos alimentos, preparados
Estão todos alojados, depositados, e não serás mais necessário sofrimento!
Descestes das montanhas, foi?
De onde contemplava todas as coisas.
Tu pairas tão levemente.
Suave ainda que batas as asas com violência.
O que serás que quer?
Olhas apenas!
Do auto observas.
Porque não se aproxima?
Aqui sabemos sorrir.
E isso vem de dentro, não é pra ferir.
Aproxima-se colibri, ainda que as cores opacas, estejam.
Tentas pois jaz aqui um amontoado de vida,
Que estas submerso, e só sabes os que descem as profundezas.
Venhas colibri, que tuas cores são reluzes, cintilas, e dilatas as pupilas.
Nos fortalece, trazendo alegria, sempre de manhã, a beira da janela
No jardim, ou mesmo na casa vizinha.
Fasearas-nos sorrir a vida.
Venhas porque temos alimentos, preparados
Estão todos alojados, depositados, e não serás mais necessário sofrimento!
Comentários
Postar um comentário