"E eu, tantas vezes eu,
Em mim me vi eu,
E mesmo depois de ter sido,
Tantas vezes eu,
Nessa angustia itinerante da existência,
Paraliso no reflexo límpido das intenções ínfimas e
Cândidas que pré-formam
A candura que habita
esta pessoa
Que aqui reflete algum estado não
“Mais condicionado
pelo tempo e o espaço.”
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