Carregamos no peito algo de principio, um silêncio...
E o tecemos ocultamente, com a força e vontade dos alunos,
Que cirandam, divagam nos corredores e em lembranças...
Nem um olho vê ou sabe,
Ninguém pode imaginar ou sentir,
Levamos com ele essa música, funk,
Com acidentes graves, outras vezes agudo,
Em boa parte do tempo, altissonante.
Nossas e deles, as vozes se cale fazem, caracterizam-se,
São como velas de navios, grandes, infladas, às vezes pequenas de
Veleiros, barcos são os meios que transportamos os educandos.

São eles, nossos segredos.

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