Cutucá-lo-ei
Cem vezes
E entregar-me-ei uma, a derradeira.
Ao algoz que sempre impune e ereto, agoniza,
Em voz plácida e em outras altivas, apunhalando,
Com dardos certeiros, que se encravam no peito, laico, branco, alvo e assassina,
Aos impunes, puros e inocentes que deveras, acreditam.
Retumbam cantos fúnebres nas tempestades, e alegram-se nos dias festivos.
O predador que a alguma classe pertence, sentencia, vingativamente, a presa,
Que não se adapta, vaga, entregue, cansada de cansaços persistentes do predador que domina.
Presa é, pesada estas, pensantes se entregam,
Depois de dias persistentes na luta, latente, paulatina e lenta que deveras tinhas que passar






Comentários

Postagens mais visitadas