Quebranta-te diante a qualquer gesto solidário.
Verte em seus olhos lágrimas que são água e não sangue.
É o teu ventre que pari um outro filho pródigo, como a tantos que caminham  meditabundos,
E que aborrece o mundo e a quem ele compõe.
Sta mãe do céu cuidai dos seus
Filhos órfãos, que não encontram colo ou lugar que os conforte ou os afague.
Que não podem empregar-se em algo porque já farto das coisas do mundo apenas divagas.

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