A consciência de classe veio desde menina, mas acontecia de forma intuitiva quando percebia alguma forma de rejeição, nas relações sociais, mas como era uma criança muito solicita, quase sempre era bem vinda e sempre me faziam o favor de não demonstrarem algum tipo de pré conceito. A Marcia a mãe de uma amiga, me mandava ler livros espiritas e do Paulo Coelho. Li vários... Depois de alguns anos, já na vida adulta me conscientizei pelos bons livros que lia, por indicação feita por amigos, ou pelos filósofos e psicanalistas que assistia na televisão, devia ter uns 23 anos. Lembro-me de que tinha sempre um papel e caneta na mão para anotar as palavras mais difíceis, depois eu procurava no dicionário. O Karnal, o Forbes, a Maria R. Kehl, Paulo Gaudêncio, dizendo que felicidade era chupar jabuticaba no pé. Calhou de ser no mesmo período que fiz terapia no PROADE. A consciência de classe me assentou, primeiro me dizendo sobre limites em vínculos afetivos, depois em limites espaciais, territórios
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