Destrava língua!
E a solidão achada no silêncio das multidões,
Que jaz vazia de sentimentos
Prenúncios de não aceitação !
Exclusão, perda de compreensão dos deixados em desalento!
Ainda que efêmeros, pulsam, vida e morte, ao estado sensível da matéria, estes homens passageiros!
Resvalam lembranças do tempo que foi bom, deixam de lado as insignificâncias,
Silenciam em oculto intencionalmente o que sente,
Por pressentimento, e por medo!
Denunciam o inventado interesse que possuem em vida!
Travam lutas contra si mesmos, e o outro!
O tempo que passageiro e implacável, não da tréguas a quem quer que sejas.
Sem acepção de nada e a ninguém, em meio a natureza que acredita ter!
Eles os valentes combatentes que carregam o vazio sombrio que alguns denominam solidão, reclamam do eu, do outro, mas nunca refletem o todo!
São vozes que pronunciam desejos subversivos e
Admitem possíveis encontros que ocultam o objetivo da real, ânsia, desejo de transformação.
Saciando-se, saciam apenas a carne, da fruta preferida, da paixão reprimida, da mulher não amada, das autoestradas finitas,do crime mal praticado, do amor perene que tudo cura, da exclusão passageira que sofrida, doí, largamente extenuando as palavras de seu interior, que fluem brandas em seus lábios, todavia nunca saciam ou alimentam o espirito!
Ah solidão que nos persegue diante a ausência de visão e compreensão das significações do objeto de desejo do outro.
Anônimos urbanoides das metrôpolis que habitam sós os pequenos cômodos, dos pequenos espaços, das pequenas casas que nos delimitam.
Eis a solidão nossa de cada dia, que se por uma lado corroí, por outro dignifica!
Que jaz vazia de sentimentos
Prenúncios de não aceitação !
Exclusão, perda de compreensão dos deixados em desalento!
Ainda que efêmeros, pulsam, vida e morte, ao estado sensível da matéria, estes homens passageiros!
Resvalam lembranças do tempo que foi bom, deixam de lado as insignificâncias,
Silenciam em oculto intencionalmente o que sente,
Por pressentimento, e por medo!
Denunciam o inventado interesse que possuem em vida!
Travam lutas contra si mesmos, e o outro!
O tempo que passageiro e implacável, não da tréguas a quem quer que sejas.
Sem acepção de nada e a ninguém, em meio a natureza que acredita ter!
Eles os valentes combatentes que carregam o vazio sombrio que alguns denominam solidão, reclamam do eu, do outro, mas nunca refletem o todo!
São vozes que pronunciam desejos subversivos e
Admitem possíveis encontros que ocultam o objetivo da real, ânsia, desejo de transformação.
Saciando-se, saciam apenas a carne, da fruta preferida, da paixão reprimida, da mulher não amada, das autoestradas finitas,do crime mal praticado, do amor perene que tudo cura, da exclusão passageira que sofrida, doí, largamente extenuando as palavras de seu interior, que fluem brandas em seus lábios, todavia nunca saciam ou alimentam o espirito!
Ah solidão que nos persegue diante a ausência de visão e compreensão das significações do objeto de desejo do outro.
Anônimos urbanoides das metrôpolis que habitam sós os pequenos cômodos, dos pequenos espaços, das pequenas casas que nos delimitam.
Eis a solidão nossa de cada dia, que se por uma lado corroí, por outro dignifica!
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