Diagnosticam

Quanto estamos sós e somos sós, nós e eles.
Solitários, ermitões e solteiros!
Que divagam nas estepes noturnas das ruas
Habitadas das grandes Metropolis.
Soturnos eunucos dos guetos, combatentes e guerreiros!
Guardiões das palavras que proferem nas disputas nas praças que ocupam.
Islã!
Transeuntes da fé urbana, bastardos, filhos de "Odara" fora da promessa, resgatados por Cristo!
Assexuados e violados com codinomes que os tornam atraentes nas formas e que os segregam em outras. Por qualquer descaso e deslize cotidiano que fuja as regras ou padrões normativos do ambiente social, tornam-se correligionários!
São as coisas grandes do mundo que repercutem nas pequenas e que afligem os que foram segregados!
São as relações cotidianas que reverberam nas casas, ruas, bairros e vilas!
Com ventres vazios de fome e sem dinheiro, se perdem e perdem no cotidiano tornando-se violentos!
Quanto de nós, estão sós?
Nós e eles nesse mundo de meu Deus, criação sua, que nos envolve aparente!
Posso senti-lo, e ouvi-lo a cada passo e olhar que projeto na paisagem que recobres sua onipresença e onipotência, meu criador.
Suporta em sua força um mundo de coisas e quando estou fraca, penso em ti.
Perco-me em distrações e devaneios, e em pensar em ti, perco-me em fortalecer minha identidade em reconhecer-me no outro e em atos cotidianos agressivos e em outros de passividade!

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