Era madrugada,
A luz que já há tempo havia sido apagada,
Deixava o quarto em silêncio.
O companheiro noturno ao lado calado a parede observava.
A janela entre aberta e os nossos corpos estáticos,
Como a quem paralisa diante de uma surpresa,
A nada expressavam pela ausência de estímulos,
O corpo, pouco a pouco tranquilizava.
Um pedido!
Um beijo que a mim depois de alguns instantes foi concedido.
Um outro beijo que a mim desta vez foi doado,
Já tão mais suavizado.
Eu, você os nossos braços.
Sua cabeça sobre o ombro,
Os dedos entrelaçados.
Uma palavra, outra, o vazio...
Rompeu com súbito,
Reagiu,
Como quem inflige, desistiu...
A luz que já há tempo havia sido apagada,
Deixava o quarto em silêncio.
O companheiro noturno ao lado calado a parede observava.
A janela entre aberta e os nossos corpos estáticos,
Como a quem paralisa diante de uma surpresa,
A nada expressavam pela ausência de estímulos,
O corpo, pouco a pouco tranquilizava.
Um pedido!
Um beijo que a mim depois de alguns instantes foi concedido.
Um outro beijo que a mim desta vez foi doado,
Já tão mais suavizado.
Eu, você os nossos braços.
Sua cabeça sobre o ombro,
Os dedos entrelaçados.
Uma palavra, outra, o vazio...
Rompeu com súbito,
Reagiu,
Como quem inflige, desistiu...
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