Sobre noites longas e hermas, sobre tempestades passageiras, sobre o chão de Ouro Preto e toda essa gente que entre ruas históricas passeiam, sobre o tempo e as histórias que gorjeiam nas esquinas e bares os estudantes amiúde saboreiam o que tiver e possa acalentar a alma. Os becos  aguardam depositarem em si um pouco de cada dia. Os táxis parados esperam passageiros cansados e quem sabe perdidos, embriagados, envoltos a emaranhados... que cambaleiam como a um compasso, criam desenhos geométricos, números no andar que os levam de volta para casa...

Comentários

Postagens mais visitadas