És tão lindo e também escuso.
O absinto e também injúria. z
Amputaste-me os sentimentos
Mutilastes o coração
Segregastes o que já era excluso
Deixaste-me no chão.
Das ações, a mais grave a inanição.
Pedi os dedos, não vi nem as mãos.
Escapaste em meio aos gestos.
Quanto amor... Quanta desilusão
Foi tudo tão breve, um sopro.
Por algum momento o instante, transformou-se em imensidão
Procurei a mulher madura. Não encontrei nem mais a menina pura
E o pão que era doce, tornou-se tão indigesto em meio a paixão.
Transparência não vi em ti
De quem é a culpa?
Os desencontros?
A paixão?
Será ter sido tudo imaginação?

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